{"id":56,"date":"2020-05-26T07:16:35","date_gmt":"2020-05-26T07:16:35","guid":{"rendered":"http:\/\/institutohistoricosl.com.br\/?page_id=56"},"modified":"2026-04-11T23:54:58","modified_gmt":"2026-04-11T23:54:58","slug":"grandes-comunicacoes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/institutohistoricosl.com.br\/?page_id=56","title":{"rendered":"Grandes Comunica\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:14px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2>COMUNICA\u00c7\u00d5ES 2026<\/h2>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: <\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: <\/p>\n\n\n\n<p>Data: 25 de abril de 2026<\/p>\n\n\n\n<p>Acesse o texto aqui \/ resumo<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2>COMUNICA\u00c7\u00d5ES 2025<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:21px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo:<\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Doris Rejane Fernandes<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 29 de novembro de 2025<\/p>\n\n\n\n<p>Acesse o texto aqui \/ resumo<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:7px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: <\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Welington Augusto Blume<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 27 de setembro de 2025<\/p>\n\n\n\n<p>Acesse o texto aqui \/ resumo<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:8px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: Desvendando um mito: A lenda do veleiro C\u00e4cilia<\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: D\u00e9cio Alo\u00edsio Schauren<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 30 de agosto de 2025<\/p>\n\n\n\n<p>Acesse o texto aqui \/ resumo: <a href=\"https:\/\/oikoseditora.com.br\/obra\/index\/id\/1106\">https:\/\/oikoseditora.com.br\/obra\/index\/id\/1106<\/a><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:14px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: Experi\u00eancias negras no existir coletivamente: Sociedade Recreativa Beneficente Uni\u00e3o Rosariense (1915 \u2013 1965)<\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Elaine Smaniotto<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 28 de junho de 2025<\/p>\n\n\n\n<p>Acesse o texto aqui \/ resumo: <\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa investiga a funda\u00e7\u00e3o e a trajet\u00f3ria da Sociedade Recreativa Beneficente Uni\u00e3o Rosariense, constru\u00edda por um grupo de trabalhadoras negras e trabalhadores negros na cidade de Ros\u00e1rio do Sul, regi\u00e3o da fronteira oeste do estado do Rio Grande do Sul, tendo como foco de an\u00e1lise o per\u00edodo de 1915, quando ocorreu sua funda\u00e7\u00e3o, a 1965. Ainda que a Sociedade Uni\u00e3o tenha se mantido ativa at\u00e9 2018 (e atualmente busque a retomada das atividades), o recorte temporal final da pesquisa foi estabelecido para que se percebesse como se deu sua constitui\u00e7\u00e3o at\u00e9 1965, ano que marcou a inaugura\u00e7\u00e3o de uma nova sede para o clube e a partir do qual as suas atividades recreativas foram intensificadas. Verificou-se que, a partir de ent\u00e3o, o espa\u00e7o desse associativismo negro j\u00e1 n\u00e3o era mais apenas para os seus, mas tamb\u00e9m para outros segmentos sociais da cidade, fato que demandaria outras an\u00e1lises que considerassem essa nova conjuntura. A investiga\u00e7\u00e3o foi realizada a partir do aporte te\u00f3rico-metodol\u00f3gico da Hist\u00f3ria Social, com inspira\u00e7\u00e3o na micro-hist\u00f3ria, tendo como perspectiva o campo de observa\u00e7\u00e3o do p\u00f3s-Aboli\u00e7\u00e3o. A an\u00e1lise est\u00e1 baseada na utiliza\u00e7\u00e3o de fontes reunidas a partir de visitas a arquivos hist\u00f3ricos e museus, da documenta\u00e7\u00e3o produzida pela pr\u00f3pria Sociedade Uni\u00e3o Rosariense, como atas e estatutos, de fotografias guardadas em acervos pessoais de membros do clube e seus\/suas descendentes, de depoimentos de pessoas relacionadas ao associativismo afrorrosariense, bem como de documenta\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica. Do ponto de vista metodol\u00f3gico, destaca-se a utiliza\u00e7\u00e3o da Hist\u00f3ria Oral como aporte privilegiado para produ\u00e7\u00e3o, an\u00e1lise, interpreta\u00e7\u00e3o de dados e informa\u00e7\u00f5es produzidas por meio de depoimentos concedidos \u00e0 pesquisadora por associadas e associados dessa agremia\u00e7\u00e3o. O estudo evidencia a organiza\u00e7\u00e3o de uma associa\u00e7\u00e3o de mulheres negras e homens negros com sede pr\u00f3pria localizada no centro da vila\/cidade de Ros\u00e1rio do Sul, na qual suas\/seus  protagonistas realizavam bailes, festivais culturais, saraus, confraterniza\u00e7\u00f5es, atividades esportivas e assistenciais, numa tentativa de efetiva\u00e7\u00e3o da liberdade e da cidadania e da afirma\u00e7\u00e3o de identidade, em um contexto racializado. Com um olhar mais atento ao longo da investiga\u00e7\u00e3o para as intersec\u00e7\u00f5es entre ra\u00e7a, g\u00eanero, classe, poder e trabalho, foram observadas experi\u00eancias nas quais esse coletivo<br>negro fortaleceu la\u00e7os de sociabilidade, solidariedade, identidade e luta cidad\u00e3. Dentro da perspectiva de repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, esse livro sobre a Sociedade Uni\u00e3o contribui para  uma historiografia que procura conferir visibilidade e historicidade a trajet\u00f3rias individuais e coletivas de pessoas negras do passado \u2013 e do presente \u2013 rosariense, rio-grandense e brasileiro. Ver tese em: <a href=\"http:\/\/repositorio.jesuita.org.br\/handle\/UNISINOS\/13473\">http:\/\/repositorio.jesuita.org.br\/handle\/UNISINOS\/13473<\/a><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:6px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: Casa Vidal &#8211; Reconstruindo um Sonho<\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Cristina Seibert Schneider<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 31 de maio de 2025<\/p>\n\n\n\n<p>Acesse o texto aqui \/ resumo<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:10px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: A\u00c7ORIANOS NO RIO GRANDE DO SUL: HIST\u00d3RIA E LEGADO CULTURAL<\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: V\u00e9ra Lucia Maciel Barroso<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 26 de abril de 2025<\/p>\n\n\n\n<p>Acesse o texto aqui \/ resumo:<\/p>\n\n\n\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o tratou da conjuntura portuguesa no s\u00e9culo XVIII e as condi\u00e7\u00f5es concretas de sobreviv\u00eancia dos a\u00e7orianos, especialmente os do bloco central. A confreira discorreu sobre o interesse expansionista da coroa lusa dirigido ao extremo-sul da Am\u00e9rica Meridional e os motivos do envio de casais de n\u00famero para o Rio Grande do Sul, ap\u00f3s o Tratado de Madrid (mil setecentos e cinquenta). Informou sobre as repercuss\u00f5es dos embates militares, como a resist\u00eancia ind\u00edgena e a invas\u00e3o espanhola de 1763, destacando a situa\u00e7\u00e3o dos ilh\u00e9us em meio ao palco de guerra, na \u201cterra prometida\u201d. Por fim, apresentou algumas das contribui\u00e7\u00f5es culturais dos a\u00e7orianos e as raz\u00f5es do \u201cdesconhecimento\u201d da sua identidade. <\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2>COMUNICA\u00c7\u00d5ES 2021<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo:<\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Cl\u00e9o V. Altenhofen<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 26 de junho de 2021<\/p>\n\n\n\n<p>Acesse o texto aqui \/ resumo<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:44px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: <strong>Interesses internacionais sobre a coloniza\u00e7\u00e3o alem\u00e3 no sul do Brasil no s\u00e9culo XIX<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Jorge Luiz da Cunha <\/p>\n\n\n\n<p>Data: 29 de maio de 2021<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/revistaseletronicas.pucrs.br\/ojs\/index.php\/iberoamericana\/article\/view\/24803\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Acesso aqui o texto relacionado<\/a> <\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:56px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2>COMUNICA\u00c7\u00d5ES 2020<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:47px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo:<strong> O n\u00facleo sul-rio-grandense da Sociedade dos Amigos de Alberto Torres: articula\u00e7\u00f5es, agenda e inser\u00e7\u00e3o pol\u00edtica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Rodrigo Luis dos Santos<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 28 de novembro de 2020<\/p>\n\n\n\n<p>Resumo: A comunica\u00e7\u00e3o esteve centrada na atua\u00e7\u00e3o da Sociedade dos Amigos de Alberto Torres \u2013 entidade nacionalista fundada em 1932, no Rio de Janeiro \u2013 no Rio Grande do Sul, especialmente entre os anos de 1936 e 1938. Da mesma forma, analisa a atua\u00e7\u00e3o de Carlos de Souza Moraes, articulador e primeiro presidente do n\u00facleo estadual ga\u00facho, que atuou na pol\u00edtica, sendo secret\u00e1rio, prefeito e vereador em S\u00e3o Leopoldo, e no campo intelectual, onde foi, inclusive, um dos fundadores do Instituto Hist\u00f3rico de S\u00e3o Leopoldo, em 1975. Essa agremia\u00e7\u00e3o, marcada por sua postura muitas vezes de acentuada xenofobia e combate \u00e0 imigra\u00e7\u00e3o \u2013 especialmente japonesa \u2013, buscou atuar no ambiente educacional e rural do Rio Grande do Sul, atrav\u00e9s de confer\u00eancias p\u00fablicas e arregimenta\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as intelectuais e\/ou vinculadas ao mecanismo administrativo e pol\u00edtico estadual. Sobre o cen\u00e1rio do Rio Grande do Sul, tinha especial preocupa\u00e7\u00e3o sobre a \u201cn\u00e3o integra\u00e7\u00e3o e isolamento\u201d dos imigrantes e descendentes das \u00e1reas coloniais, especialmente alem\u00e3 e italiana.<\/p>\n\n\n\n<p>Link para acesso Tese de Doutorado: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.repositorio.jesuita.org.br\/handle\/UNISINOS\/9584\" target=\"_blank\">http:\/\/www.repositorio.jesuita.org.br\/handle\/UNISINOS\/9584<\/a><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:43px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo:<\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Dalva Reinheimer<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 24 de outubro de 2020 (?)<\/p>\n\n\n\n<p> Acesse o texto aqui ou resumo<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:49px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: <strong>Migra\u00e7\u00f5es e Literatura. A relev\u00e2ncia da tradu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Gerson Roberto Neumann<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 27 de setembro de 2020 <\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/seer.upf.br\/index.php\/rhdt\/article\/view\/9424\/114114592\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Acesse o texto aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:55px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo:<strong> As gest\u00f5es estatal e privada das ferrovias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Andr\u00e9 Huyer<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 29 de agosto de 2020.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/institutohistoricosl.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/andre.agosto-de-2020_compressed.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Acesse o texto aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:32px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: <strong>\u201cControv\u00e9rsias em torno do Monumento ao Sapateiro &#8211; Novo Hamburgo\/RS\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Roswithia Weber<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 27 de junho de 2020<\/p>\n\n\n\n<p>Duas linhas: A comunica\u00e7\u00e3o analisa as pol\u00eamicas em torno do Monumento ao sapateiro, projetado pelo artista Fl\u00e1vio Scholles no ano de 1979, na cidade de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>Link: <a href=\"http:\/\/pem.assis.unesp.br\/index.php\/pem\/article\/view\/886\/1035\">http:\/\/pem.assis.unesp.br\/index.php\/pem\/article\/view\/886\/1035<\/a><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:46px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: <strong>\u201cA mulher na sociedade germ\u00e2nica\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Arthur B. Rambo<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 30 de maio de 2020<\/p>\n\n\n\n<p>Duas linhas: Entre os povos germ\u00e2nicos pr\u00e9-crist\u00e3os e no raiar do cristianismo, \u00e9 not\u00f3ria a posi\u00e7\u00e3o de destaque que as mulheres ocupavam em todas as situa\u00e7\u00f5es. A mulher germ\u00e2nica, de forma alguma, deve ser vista como uma criatura do assim chamado \u201csexo fr\u00e1gil\u201d, necessitando de constante prote\u00e7\u00e3o, nem tampouco como uma fatalidade biol\u00f3gica indispens\u00e1vel para a procria\u00e7\u00e3o e a satisfa\u00e7\u00e3o do homem, ou como uma besta de carga respons\u00e1vel pela cria\u00e7\u00e3o dos filhos e a administra\u00e7\u00e3o da casa.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/institutohistoricosl.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Comunica\u00e7\u00e3o-Arthur-Rambo-IHSL-30-05-2020.pdf\" target=\"_blank\">Acesse o texto aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:55px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2>COMUNICA\u00c7\u00d5ES 2019<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:45px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: <strong>Os irm\u00e3os M\u00fcgge: da Alemanha para as Am\u00e9ricas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Erny M\u00fcgge<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 30 de novembro de 2019<\/p>\n\n\n\n<p>Resumo: Ao decidirmos pela pesquisa de nossos antepassados (casal Heinrich e Elisa Kalkmann M\u00fcgge) n\u00e3o quer\u00edamos apenas montar a genealogia da fam\u00edlia, o que por si s\u00f3 j\u00e1 se apresentava como enorme desafio. Nosso interesse era tamb\u00e9m e especialmente pelo contexto hist\u00f3rico. Logo nos perguntamos pelas raz\u00f5es de terem deixado a sua fam\u00edlia na Alemanha&#8230; Por que n\u00e3o teriam acompanhado seus irm\u00e3os que emigraram para os Estados Unidos? Afinal, teria sido mais seguro. Por que o casal teria vindo exatamente para a ent\u00e3o Col\u00f4nia de Estrela? O que os teria atra\u00eddo? Como teria sido \u00e0 \u00e9poca Arroio Secco? Quais as dificuldades que teriam enfrentado? Como teriam se comunicado com a fam\u00edlia nos Estados Unidos e na Alemanha? Onde estariam as gera\u00e7\u00f5es que se sucederam?<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/institutohistoricosl.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Comunica\u00e7\u00e3o-Erny-M\u00fcgge-IHSL-Os-irm\u00e3os-M\u00fcgge.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Acesse o texto aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:45px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: <strong>Graus de Inteligibilidade entre o Hunsr\u00fcckisch e o Alem\u00e3o standard: prepara\u00e7\u00e3o para a ida a campo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Karen Pupp Spinass\u00e9<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 26 de outubro de 2019<\/p>\n\n\n\n<p>Resumo: Nesta grande comunica\u00e7\u00e3o foram apresentados os primeiros resultados obtidos em uma pesquisa que visa a medir o grau de inteligibilidade entre o Hunsr\u00fcckisch, l\u00edngua de imigra\u00e7\u00e3o de base alem\u00e3 falada no Brasil, e o alem\u00e3o standard atual, a fim de registrar sistematicamente as rela\u00e7\u00f5es tipol\u00f3gicas existentes entre as duas l\u00ednguas. O objetivo era analisar fatores lingu\u00edsticos e extralingu\u00edsticos que desempenham um papel relevante no processo de entendimento do alem\u00e3o standard por falantes de Hunsr\u00fcckisch. Com isso, objetiva-se legitimar didaticamente o uso do Hunsr\u00fcckisch como l\u00edngua-ponte para se acessar ou para se chegar ao alem\u00e3o standard,&nbsp;em \u00e2mbito escolar. No total, foram analisadas aproximadamente 1.600 frases e os dados coletados apontam que apenas 20% das frases apresentam qualquer dificuldade, o que parece sugerir que existe uma facilidade na inteligibilidade entre o Hunsr\u00fcckisch e o alem\u00e3o standard. Tamb\u00e9m foi encontrada uma maior facilidade de compreens\u00e3o entre os grupos compostos por pessoas mais velhas \u2013 74% das d\u00favidas encontradas apareceram nos grupos de jovens. Isso parece evidenciar o processo de distanciamento que ocorreu entre o Hunsr\u00fcckisch e o alem\u00e3o standard, que ocorre porque as l\u00ednguas n\u00e3o est\u00e3o mais em contato.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:45px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: <strong>&#8220;O fim da utopia. Educa\u00e7\u00e3o escolar como estrat\u00e9gia pol\u00edtica do Segundo Reich (Alemanha Unificada) entre imigrantes e descendentes no sul do Brasil&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Jorge Luiz da Cunha<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 31 de agosto de 2019<\/p>\n\n\n\n<p>Resumo: A germanidade &#8211; Deutschtum &#8211; entre os imigrantes e descendentes de imigrantes alem\u00e3es que colonizaram v\u00e1rias regi\u00f5es do sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul, resultou em complexos contextos de exclus\u00e3o &#8211; especialmente na primeira metade do s\u00e9culo XX &#8211; atrav\u00e9s da &#8220;coisifica\u00e7\u00e3o conceitual&#8221; especialmente atrav\u00e9s de apropria\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas e pol\u00edticas da Alemanha (unificada em 1871) e manipulada pelas elites empreendedoras da Europa (Alemanha e Inglaterra), dos Estados Unidos e do Brasil. Um ato pol\u00edtico associado meramente aos interesses econ\u00f4micos, produziu efeitos desastrosos&nbsp; e violentos, de discrimina\u00e7\u00e3o sociocultural, especialmente depois do final da primeira guerra mundial (1914-1918). Esta pesquisa e interpreta\u00e7\u00e3o tem o potencial de derrubar conceitos tradicionais de germanidade e pode colaborar para a luta por igualdade na contribui\u00e7\u00e3o de todas as migra\u00e7\u00f5es que caracterizam a hist\u00f3ria do Brasil nos \u00faltimos 200 anos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:45px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: <strong>Kerb: A mem\u00f3ria e a reelabora\u00e7\u00e3o de uma tradi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Dalva Neraci Reinheimer e Vania In\u00eas Avila Priamo<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 29 de junho de 2019<\/p>\n\n\n\n<p>Resumo: A festa do Kerb \u00e9 uma das tradi\u00e7\u00f5es mais lembradas e vivenciadas nas regi\u00f5es de coloniza\u00e7\u00e3o alem\u00e3 do Rio Grande do Sul. A festa teve sua origem na inaugura\u00e7\u00e3o do templo ou nos festejos de padroeiros. Ao longo dos tempos a festa foi se modificando e se atualizando, mas mant\u00e9m como caracter\u00edstica a fartura de alimentos, m\u00fasica t\u00edpica e uma celebra\u00e7\u00e3o religiosa. O evento \u00e9 ressignificado em festas t\u00edpicas como a Oktoberfest de Igrejinha e na Kolonie Hartz Fest de Nova Hartz. A mem\u00f3ria afetiva ligada a identidades \u00e9tnicas legou a tradi\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de gera\u00e7\u00f5es<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:45px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: <strong>Migra\u00e7\u00f5es para a Am\u00e9rica: pensando os casos de Brasil e Chile a partir das produ\u00e7\u00f5es do Visconde de Abrantes e Vicente P\u00e9rez Rosales \u2013 S\u00e9culo XIX<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Marcos Ant\u00f4nio Witt e Welington Augusto Blume<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 25 de maio de 2019<\/p>\n\n\n\n<p>Resumo: Neste estudo, objetivamos refletir sobre o cen\u00e1rio migrat\u00f3rio de Brasil e Chile na primeira metade do s\u00e9culo XIX. Para tanto, focaremos nossa an\u00e1lise em dois pol\u00edticos letrados que dedicaram um tempo especial de suas trajet\u00f3rias para refletir, escrever e trabalhar em torno das quest\u00f5es migrat\u00f3rias: Visconde de Abrantes e Vicente P\u00e9rez Rosales. Ambos escreveram mem\u00f3rias sobre imigra\u00e7\u00e3o e coloniza\u00e7\u00e3o que foram publicadas em per\u00edodos muito pr\u00f3ximos: em 1846, o Visconde de Abrantes publicava Memoria sobre os meios de promover a colonisa\u00e7\u00e3o, enquanto que, mais tarde, em 1854, Vicente P\u00e9rez Rosales publicava Memoria sobre emigracion, inmigracion i colonizacion. Em nossa percep\u00e7\u00e3o, essas mem\u00f3rias est\u00e3o em sintonia com o contexto mais amplo das migra\u00e7\u00f5es de Brasil e Chile e dialogam intensamente com a trajet\u00f3ria dos autores. Abrantes, oriundo de uma fam\u00edlia com larga tradi\u00e7\u00e3o na participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica nacional, graduou-se no curso de Direito na Universidade de Coimbra no ano de 1821. Esteve \u00e0 frente de diversos cargos p\u00fablicos, dentro os quais se destacam o Minist\u00e9rio da Fazenda e o cargo de diplomata, exercido entre os anos de 1844 e 1846. Utilizou-se da escrita e da oralidade para defender suas ideias. Por outro lado, Rosales, filho de uma fam\u00edlia da elite chilena, realizou a maior parte da sua forma\u00e7\u00e3o na Europa, no col\u00e9gio parisiense Manuel Silveira. Em 1850 foi nomeado agente de coloniza\u00e7\u00e3o de Valdivia e Llanquihue e, em 1857, tornou-se c\u00f4nsul do Chile em Hamburgo com o objetivo de atrair trabalhadores europeus para o Chile. Ambos os autores escreveram suas obras enquanto estavam \u00e0 servi\u00e7o dos seus respectivos pa\u00edses, auxiliando na solidifica\u00e7\u00e3o de uma perspectiva acerca das migra\u00e7\u00f5es no Brasil e no Chile.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/institutohistoricosl.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Comunica\u00e7\u00e3o-Welington-Augusto-Blume.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Acesse o texto aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:45px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo: <strong>Uma hist\u00f3ria do livro escolar produzido no Brasil para as escolas italianas (1896-1907)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autoria: Terciane \u00c2ngela Luchese<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 27 de abril de 2019<\/p>\n\n\n\n<p>Resumo: Trata da an\u00e1lise de seis livros did\u00e1ticos publicados no Brasil e voltados para os alunos das escolas italianas, atentando para a produ\u00e7\u00e3o e a materialidade dos mesmos. O&nbsp;<em>corpus<\/em>&nbsp;emp\u00edrico \u00e9 composto por sete exemplares de livros que foram entrecruzados com jornais, relat\u00f3rios consulares, correspond\u00eancias e fotografias, tomados a partir da an\u00e1lise documental hist\u00f3rica que buscou perscrutar evid\u00eancias, ind\u00edcios e recorr\u00eancias a partir do objeto da investiga\u00e7\u00e3o,&nbsp;\u00e0 luz da Hist\u00f3ria Cultural e da Hist\u00f3ria da Educa\u00e7\u00e3o. O recorte temporal corresponde a 1896 quando foi publicado o primeiro livro no Rio Grande do Sul e finda em 1907, pois \u00e9 o ano em que foram publicadas as demais obras. \u00c9 nesse arco temporal de 1896 e 1907 que esse texto se det\u00e9m, sinalizando num primeiro momento a quest\u00e3o da imigra\u00e7\u00e3o italiana para o Brasil e os processos de escolariza\u00e7\u00e3o derivados desse movimento e, num segundo, analisando a produ\u00e7\u00e3o e a materialidade dos referidos livros.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:60px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>COMUNICA\u00c7\u00d5ES 2026 T\u00edtulo: Autoria: Data: 25 de abril de 2026 Acesse o texto aqui \/ resumo COMUNICA\u00c7\u00d5ES 2025 T\u00edtulo: Autoria:&hellip; <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/institutohistoricosl.com.br\/?page_id=56\">Continue lendo<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/institutohistoricosl.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/56"}],"collection":[{"href":"https:\/\/institutohistoricosl.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/institutohistoricosl.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutohistoricosl.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutohistoricosl.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=56"}],"version-history":[{"count":36,"href":"https:\/\/institutohistoricosl.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/56\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1318,"href":"https:\/\/institutohistoricosl.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/56\/revisions\/1318"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/institutohistoricosl.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=56"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}